sexta-feira, 26 de julho de 2013

Mulheres do Congo produzem vassouras com garrafas PET


Cada vez mais crescem as iniciativas de ações que contribuem para a conservação do meio ambiente. No entanto, em cidades do interior essas ações são menos vistas. Lançando-se contra essa percepção, um grupo de mulheres que produzem vassouras ecológicas no município do Congo, localizado no Cariri da Paraíba, lança neste sábado uma campanha de recolhimento de garrafas PET. 
A iniciativa visa angariar matéria-prima para a produção e conscientizar a comunidade local sobre a reutilização desses resíduos, já que eles são responsáveis por grande volume nos lixões e aterros sanitários, bem como a contaminação do solo. 
Apoiadas pela Prefeitura, o grupo da comunidade de Riacho do Algodão contará com um ponto de recolhimento permanente dentro da Secretaria de Ação Social do Município, que funcionará de segunda a sexta-feira, em horário comercial. Já aos sábados, o ponto de recolhimento será instalado na Feira Agroecológica da cidade. Nos dois casos os locais de recolhimento terão indicações visuais de onde o doador das garrafas PET pode deixar o material.
A campanha será lançada aproveitando os festejos da Festa de Santa Ana, padroeira da cidade, que acontece até dia 28. O grupo aproveitará a movimentação do município e fará a distribuição de panfletos convidando os moradores e visitantes a contribuírem com adoaçãodas garrafas PET. 
As mulheres envolvidas na fabricação das vassouras ecológicas são integrantes do ‘Projeto Mulheres do Cariri’, que é executado pelas parcerias do Cunhã Coletivo Feminista, Concern Universal, Centro da Mulher 08 de Março e Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC), e organização vinculadas (Gajuc, Cooperativa Vínculos e Copagel), com o cofinanciamento da União Européia. 
As ações do Projeto visam beneficiar mais de três mil pessoas, entre mulheres e familiares, com impacto na geração de renda e maior igualdade nas relações de poder até o final de 2014. O ‘Mulheres do Cariri’ disponibiliza para as beneficiadas acompanhamento técnico, formação, capacitação e assessoria, além informar a população sobre os direitos das mulheres e defender a valorização do trabalho feminino.
Fonte: Correio da Paraíba

Nenhum comentário:

Postar um comentário